Para operadores de transmissão

Grafter
Orbit

Orbit prevê a data em que a vegetação toca o condutor, vão a vão. Você prioriza a poda pela urgência real, não pelo calendário.

LT 500 kV · Serra da Mesa (GO) → Gurupi (TO) · bioma Cerrado corredor de demonstração

O caso de negócio

Uma indisponibilidade evitada paga o ano de monitoramento.

Vegetação na faixa é causa recorrente de desligamento em linha de transmissão. Prever o contato muda três contas do operador.

Apagão evitado

Um contato em 500 kV pode desligar a linha e propagar restrição ao sistema. Antecipar o vão crítico evita o desligamento não programado.

Multa regulatória evitada

Indisponibilidade gera parcela variável e exposição regulatória. Manter o corredor dentro do limite protege a receita da concessão.

Poda no lugar certo

Em vez de poda por calendário em todo o corredor, você concentra equipe e orçamento nos vãos que vão tocar primeiro.

Estimativa de retorno: (probabilidade de contato reduzida) × (custo de interrupção + parcela variável). Coloque os seus números; o piloto mede o efeito. Exemplo ilustrativo, não resultado auditado.

O que o Orbit prevê

Três ameaças se aproximam de cada corredor. Orbit as vê chegando.

Vegetação

Dossel crescendo em direção ao condutor. Orbit prevê a data de contato, vão a vão.

Incêndio

Combustível e risco de ignição crescendo ao longo da faixa, antes que a faísca chegue à linha.

Deslizamentos

Encosta e terreno se movendo sob o corredor, monitorados da órbita por deformação do solo.

O risco

A ameaça cresce no escuro, entre uma inspeção e a próxima.

Inspeção em campo e LiDAR aéreo enxergam o presente, em janelas caras e espaçadas. Entre elas, a mata avança. O contato com o condutor, e o incêndio sob a linha, não esperam o próximo voo.

0 km
Faixa monitorada por um único operador regional típico.
valor ilustrativo
0 / ano
Cadência usual de inspeção completa de um corredor longo.
valor ilustrativo
0 meses
Janela cega média em que a vegetação cresce sem medição.
valor ilustrativo
Wildfire advancing through Cerrado vegetation beneath transmission towers

Cerrado. Fogo avançando sob um corredor de transmissão.

A virada

Detecção mostra onde a mata está. Prognóstico mostra quando ela chega.

Orbit trata a distância entre o dossel e a faixa de segurança como o que ela é: vida útil. O Tempo Até o Contato (TTC) vira a Vida Útil Remanescente (RUL) de cada vão, herdando a disciplina de PHM e IVHM da aeronáutica.

Hoje · detecção

Ver o presente

Uma foto do corredor no dia do voo. Útil, porém pontual, e logo desatualizada.

Orbit · prognóstico

Prever o contato

Uma data, por vão, com incerteza explícita. Você prioriza a poda pela urgência real, não pelo calendário.

TTC1,28 ano

O produto

Tempo Até o Contato por vão, mapeado ao longo de um corredor de 500 kV.

Aqui, o vão 485 é marcado como crítico 62 dias antes do contato, com margem de 4,6 m e intervalo de confiança de ±18 dias. O operador poda pela urgência, não pelo calendário.

Orbit · Vegetação · Linhas de Transmissão
Grafter Orbit dashboard showing span-level vegetation risk and Time To Contact on a 500 kV transmission corridor
Interface Orbit (demonstração). Corredor de exemplo e dados ilustrativos.

O método

Três operadores transformam pixels públicos em uma data.

S, V e T são o motor de vegetação: a imagem entra pela órbita, a data de contato sai com barra de incerteza. A mesma base de satélite alimenta as camadas de incêndio e terreno.

Super-resolução restrita por MTF

Refina a imagem de satélite pública respeitando o limite físico do sensor (a MTF). Sem inventar detalhe que a óptica não viu. conceitual, em validação.

Altura de dossel calibrada

Estima a altura da vegetação ao longo da faixa e a calibra contra a verdade de campo orbital: as missões LiDAR GEDI e ICESat-2.

Crescimento bayesiano de Richards

Ajusta a curva de crescimento de cada vão e projeta o cruzamento com a faixa de segurança. A saída é o TTC como RUL, com posterior de incerteza.

ajuste de demonstração, dados sintéticos: K = 12,8 mr = 0,306 / anoTTC ≈ 1,28 ano

O roadmap

Transmissão primeiro. O mesmo motor, depois, para os outros corredores.

Começamos onde o pipeline está maduro e a dor é maior: vegetação em transmissão. As frentes abaixo são o roadmap, o mesmo motor apontado para outros corredores lineares.

01
Orbit Transmissão

Vegetação sob linhas de alta tensão. Disponível hoje; o caso âncora.

02
Orbit Geração

Pátios, parques solares e eólicos, e seus entornos.

03
Orbit Dutos

Faixas de servidão de dutos e suas restrições de cobertura.

04
Orbit Rodovias

Margens e taludes de rodovias e ferrovias.

05
Orbit Acessos

Acessos, servidões e trafegabilidade das estradas vicinais.

06
Orbit Terreno

Movimentação e estabilidade de terreno ao longo da faixa.

A plataforma

Orbit é uma vertical do Grafter Asset OS.

Asset OS reúne as camadas de inteligência sobre o mesmo ativo, do espaço ao documento. Orbit cuida do que se vê da órbita; as demais verticais cuidam do que está no contrato, no projeto e na matrícula.

Orbit DueDD Dx Ft Fundiário

Por que agora

Quatro forças tornam o prognóstico viável agora, não antes.

01

Pressão regulatória

Penalidade por indisponibilidade e fiscalização crescente empurram o operador do reativo para o preventivo.

02

Estações de fogo severas

Secas mais longas e queimadas no Cerrado aumentam o risco sob a linha, exatamente onde a vegetação se acumula.

03

Satélite público maduro

Sentinel-1 e 2, GEDI e ICESat-2 dão cobertura global e gratuita. O custo marginal por corredor caiu para perto de zero.

04

IA torna o vão a vão viável

Super-resolução e modelos de crescimento permitem prever contato por vão, não só mapear o corredor inteiro.

Por que Orbit

Prognóstico, não detecção. Dados públicos, não voos.

01

Prevê o contato

Entrega TTC como RUL por vão, com incerteza. A maioria do mercado só detecta o presente.

02

Custo marginal próximo de zero

Funda-se em dados de satélite globais e gratuitos. Cada novo corredor, e cada novo país, custa quase nada a mais.

03

Herança aeroespacial

Construído sobre PHM e IVHM, a engenharia de prognóstico de frota, não um detector genérico de imagem.

Quem constrói

Engenharia de prognóstico vinda do ITA e da aeronáutica.

A mesma disciplina de PHM e IVHM que mantém frota voando, aplicada à faixa de transmissão.

RM

Ricardo Massolini

Fundador. Administrador, mestrado em Gestão Tecnológica no ITA, sob orientação em e-Maintenance e PHM.

LL

Luiz Gustavo Lacerda

Eletrônica. Engenharia Eletrônica no ITA, vinte anos em ensaios e certificação na UL Solutions e DEWI, ISO/IEC 17025.

RS

Rodrigo Siliunas

Dados. Spark e Databricks, orquestração de pipelines e agentes com LangChain e LangGraph.

IM

Iuri Molina Junior

Visão computacional e sensoriamento, publicação em periódico Q1, foco em super-resolução e calibração de dossel.

Orientação acadêmica: Prof. Dr. Henrique Costa Marques, AeroLogLab-ITA, e-Maintenance, IVHM, PHM.

Como funciona o engajamento

Você define o corredor. Nós devolvemos as datas.

01

Sem dado seu

Partimos de satélite público. Você não precisa fornecer LiDAR nem contratar voo para começar.

02

Escopo por corredor

Escolha o trecho mais crítico. Delimitamos a faixa e processamos o histórico disponível.

03

TTC por vão

Você recebe risco e data de contato por vão, com incerteza, para priorizar a poda.

04

Caminho de contratação

Piloto direto ou via P&D regulado (ANEEL) e parceiro de canal. Precificação por quilômetro.

Perguntas frequentes

O que o avaliador técnico costuma perguntar.

Como o Orbit difere de ferramentas de detecção de vegetação?

Orbit prevê a data de contato entre a vegetação e o condutor como vida útil remanescente, vão a vão, em vez de apenas detectar o estado atual.

Que dados o Orbit usa?

Dados de satélite públicos e globais: Sentinel-1 e Sentinel-2, calibrados contra GEDI e ICESat-2. Não exigimos voo proprietário do operador.

Precisamos fornecer dados ou sobrevoar a linha?

Não. Orbit roda a partir de satélite público. Você define o corredor e o Orbit devolve as datas.

Como os pilotos são precificados?

Pilotos são escopados por corredor e precificados por quilômetro. Comece pelo seu corredor mais crítico.

Quais capacidades estão validadas hoje?

O pipeline de vegetação é o mais maduro. As camadas de incêndio e terreno estão em estágios anteriores de validação, e os números de demonstração estão rotulados como tais.

Seja o primeiro design partner

Comece pelo seu corredor mais crítico.

Estamos selecionando os primeiros operadores para rodar Orbit em um trecho real e calibrar a previsão contra o que o campo encontra. Você define o corredor; nós devolvemos as datas, vão a vão.

Pilotos escopados por corredor, precificados por km.

ou escreva para ricardo@grafter.com.br

Ambiente institucional

Incubada no PIT São José dos Campos, no programa AEB Incuba Espaço / Nexus (AEB e PNUD). Vínculo acadêmico com o ITA.