Super-resolução restrita por MTF
Refina a imagem de satélite pública respeitando o limite físico do sensor (a MTF). Sem inventar detalhe que a óptica não viu. conceitual, em validação.
Para operadores de transmissão
Orbit prevê a data em que a vegetação toca o condutor, vão a vão. Você prioriza a poda pela urgência real, não pelo calendário.
O caso de negócio
Vegetação na faixa é causa recorrente de desligamento em linha de transmissão. Prever o contato muda três contas do operador.
Um contato em 500 kV pode desligar a linha e propagar restrição ao sistema. Antecipar o vão crítico evita o desligamento não programado.
Indisponibilidade gera parcela variável e exposição regulatória. Manter o corredor dentro do limite protege a receita da concessão.
Em vez de poda por calendário em todo o corredor, você concentra equipe e orçamento nos vãos que vão tocar primeiro.
Estimativa de retorno: (probabilidade de contato reduzida) × (custo de interrupção + parcela variável). Coloque os seus números; o piloto mede o efeito. Exemplo ilustrativo, não resultado auditado.
O que o Orbit prevê
Dossel crescendo em direção ao condutor. Orbit prevê a data de contato, vão a vão.
Combustível e risco de ignição crescendo ao longo da faixa, antes que a faísca chegue à linha.
Encosta e terreno se movendo sob o corredor, monitorados da órbita por deformação do solo.
O risco
Inspeção em campo e LiDAR aéreo enxergam o presente, em janelas caras e espaçadas. Entre elas, a mata avança. O contato com o condutor, e o incêndio sob a linha, não esperam o próximo voo.
Cerrado. Fogo avançando sob um corredor de transmissão.
A virada
Orbit trata a distância entre o dossel e a faixa de segurança como o que ela é: vida útil. O Tempo Até o Contato (TTC) vira a Vida Útil Remanescente (RUL) de cada vão, herdando a disciplina de PHM e IVHM da aeronáutica.
Uma foto do corredor no dia do voo. Útil, porém pontual, e logo desatualizada.
Uma data, por vão, com incerteza explícita. Você prioriza a poda pela urgência real, não pelo calendário.
O produto
Aqui, o vão 485 é marcado como crítico 62 dias antes do contato, com margem de 4,6 m e intervalo de confiança de ±18 dias. O operador poda pela urgência, não pelo calendário.
O método
S, V e T são o motor de vegetação: a imagem entra pela órbita, a data de contato sai com barra de incerteza. A mesma base de satélite alimenta as camadas de incêndio e terreno.
Refina a imagem de satélite pública respeitando o limite físico do sensor (a MTF). Sem inventar detalhe que a óptica não viu. conceitual, em validação.
Estima a altura da vegetação ao longo da faixa e a calibra contra a verdade de campo orbital: as missões LiDAR GEDI e ICESat-2.
Ajusta a curva de crescimento de cada vão e projeta o cruzamento com a faixa de segurança. A saída é o TTC como RUL, com posterior de incerteza.
O roadmap
Começamos onde o pipeline está maduro e a dor é maior: vegetação em transmissão. As frentes abaixo são o roadmap, o mesmo motor apontado para outros corredores lineares.
Vegetação sob linhas de alta tensão. Disponível hoje; o caso âncora.
Pátios, parques solares e eólicos, e seus entornos.
Faixas de servidão de dutos e suas restrições de cobertura.
Margens e taludes de rodovias e ferrovias.
Acessos, servidões e trafegabilidade das estradas vicinais.
Movimentação e estabilidade de terreno ao longo da faixa.
A plataforma
Asset OS reúne as camadas de inteligência sobre o mesmo ativo, do espaço ao documento. Orbit cuida do que se vê da órbita; as demais verticais cuidam do que está no contrato, no projeto e na matrícula.
Por que agora
Penalidade por indisponibilidade e fiscalização crescente empurram o operador do reativo para o preventivo.
Secas mais longas e queimadas no Cerrado aumentam o risco sob a linha, exatamente onde a vegetação se acumula.
Sentinel-1 e 2, GEDI e ICESat-2 dão cobertura global e gratuita. O custo marginal por corredor caiu para perto de zero.
Super-resolução e modelos de crescimento permitem prever contato por vão, não só mapear o corredor inteiro.
Por que Orbit
Entrega TTC como RUL por vão, com incerteza. A maioria do mercado só detecta o presente.
Funda-se em dados de satélite globais e gratuitos. Cada novo corredor, e cada novo país, custa quase nada a mais.
Construído sobre PHM e IVHM, a engenharia de prognóstico de frota, não um detector genérico de imagem.
Quem constrói
A mesma disciplina de PHM e IVHM que mantém frota voando, aplicada à faixa de transmissão.
Fundador. Administrador, mestrado em Gestão Tecnológica no ITA, sob orientação em e-Maintenance e PHM.
Eletrônica. Engenharia Eletrônica no ITA, vinte anos em ensaios e certificação na UL Solutions e DEWI, ISO/IEC 17025.
Dados. Spark e Databricks, orquestração de pipelines e agentes com LangChain e LangGraph.
Visão computacional e sensoriamento, publicação em periódico Q1, foco em super-resolução e calibração de dossel.
Orientação acadêmica: Prof. Dr. Henrique Costa Marques, AeroLogLab-ITA, e-Maintenance, IVHM, PHM.
Como funciona o engajamento
Partimos de satélite público. Você não precisa fornecer LiDAR nem contratar voo para começar.
Escolha o trecho mais crítico. Delimitamos a faixa e processamos o histórico disponível.
Você recebe risco e data de contato por vão, com incerteza, para priorizar a poda.
Piloto direto ou via P&D regulado (ANEEL) e parceiro de canal. Precificação por quilômetro.
Perguntas frequentes
Orbit prevê a data de contato entre a vegetação e o condutor como vida útil remanescente, vão a vão, em vez de apenas detectar o estado atual.
Dados de satélite públicos e globais: Sentinel-1 e Sentinel-2, calibrados contra GEDI e ICESat-2. Não exigimos voo proprietário do operador.
Não. Orbit roda a partir de satélite público. Você define o corredor e o Orbit devolve as datas.
Pilotos são escopados por corredor e precificados por quilômetro. Comece pelo seu corredor mais crítico.
O pipeline de vegetação é o mais maduro. As camadas de incêndio e terreno estão em estágios anteriores de validação, e os números de demonstração estão rotulados como tais.
Seja o primeiro design partner
Estamos selecionando os primeiros operadores para rodar Orbit em um trecho real e calibrar a previsão contra o que o campo encontra. Você define o corredor; nós devolvemos as datas, vão a vão.
Ambiente institucional
Incubada no PIT São José dos Campos, no programa AEB Incuba Espaço / Nexus (AEB e PNUD). Vínculo acadêmico com o ITA.